{"id":26253,"date":"2025-01-27T16:08:08","date_gmt":"2025-01-27T16:08:08","guid":{"rendered":"https:\/\/incm.pt\/site\/?p=26253"},"modified":"2025-01-27T16:08:08","modified_gmt":"2025-01-27T16:08:08","slug":"pedro-pereira-lopes-vence-10-a-edicao-do-premio-imprensa-nacional-vasco-graca-moura-poesia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/incm.pt\/site\/pedro-pereira-lopes-vence-10-a-edicao-do-premio-imprensa-nacional-vasco-graca-moura-poesia\/","title":{"rendered":"Pedro Pereira Lopes vence 10.\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00e9mio Imprensa Nacional\/Vasco Gra\u00e7a Moura (Poesia)"},"content":{"rendered":"<p>A obra <em>Tratado das coisas sens\u00edveis<\/em>, da autoria do mo\u00e7ambicano Pedro Pereira Lopes, conquistou a 10.\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00e9mio Imprensa Nacional\/Vasco Gra\u00e7a Moura, galard\u00e3o atribu\u00eddo anualmente pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) e que nesta edi\u00e7\u00e3o foi dedicado \u00e0 poesia.<\/p>\n<p>O j\u00fari do Pr\u00e9mio, composto por Pedro Mexia (presidente), Jorge Reis-S\u00e1 e Joana Matos Frias, descreveu a obra vencedora como: \u00abEngenhosamente culturalista e desempoeiradamente quotidiana, autobiogr\u00e1fica e auto-ir\u00f3nica, esta \u00e9 uma poesia em constante di\u00e1logo com a tradi\u00e7\u00e3o mo\u00e7ambicana das \u00faltimas d\u00e9cadas (Eduardo White, Lu\u00eds Carlos Patraquim) e sarc\u00e1stica com o meio liter\u00e1rio, afastando-se da velha poesia oficialista do \u201chomem novo\u201d, mas n\u00e3o das preocupa\u00e7\u00f5es, as mais elevadas ou as mais comezinhas, do \u201chomem m\u00e9dio sensual\u201d, sens\u00edvel \u00e0s coisas sens\u00edveis.\u00bb<\/p>\n<p>Foi ainda atribu\u00edda uma men\u00e7\u00e3o honrosa a Andr\u00e9 Craveiro, pelo texto <em>A Voca\u00e7\u00e3o N\u00f3mada das Cidades<\/em>, que, de acordo com o j\u00fari, \u00abreconfigura a melhor tradi\u00e7\u00e3o do poema em prosa a partir da sua mais primordial origem na voca\u00e7\u00e3o po\u00e9tica da cidade. A sucess\u00e3o de pequenos quadros urbanos escapa, por\u00e9m, \u00e0s expetativas dessa linhagem moderna, ao movimentar com muita habilidade imaginativa e discursiva os espa\u00e7os exteriores ou interiores nos quais a\u00a0<em>fl\u00e2nerie<\/em>\u00a0contempro\u00e2nea pode acontecer&#8221;.<\/p>\n<p>Pedro Pereira Lopes, que em 2017 venceu o <a href=\"https:\/\/imprensanacional.pt\/premios-literarios\/premio-imprensa-eugenio-lisboa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pr\u00e9mio Liter\u00e1rio Imprensa Nacional\/Eug\u00e9nio Lisboa<\/a> com o romance <a href=\"https:\/\/loja.incm.pt\/products\/livros-mundo-grave-1022330?_pos=1&amp;_sid=8e74ef04e&amp;_ss=r\"><em>Mundo Grave<\/em><\/a>,\u00a0nasceu na prov\u00edncia da Zamb\u00e9zia, Mo\u00e7ambique, em 1987, estudou Pol\u00edticas P\u00fablicas na Escola de Governa\u00e7\u00e3o da Universidade de Pequim, \u00e9 fundador e editor da <em>Gala-Gala Edi\u00e7\u00f5es<\/em> e docente e pesquisador na Universidade Joaquim Chissano, em Maputo.<\/p>\n<p>Escreve cr\u00f3nicas de viagem, poesia, contos e, al\u00e9m do romance publicado pela Imprensa Nacional (2018), publicou v\u00e1rios livros infanto-juvenis, entre eles,\u00a0<em>O homem dos 7 cabelos<\/em>\u00a0(2012,\u00a0<em>Pr\u00e9mio Lusofonia<\/em>\u00a02010),\u00a0<em>Kanova e o segredo da caveira\u00a0<\/em>(2013),<em> A hist\u00f3ria do Jo\u00e3o Gala-Gala<\/em>\u00a0(2017, em co-autoria com o m\u00fasico Chico Ant\u00f3nio), <em>O comboio que andava de chinelos<\/em>\u00a0(2018,\u00a0<em>Pr\u00e9mio Maria Odete de Jesus\u00a0<\/em>2016) e <em>O camale\u00e3o que tinha desaprendido de mudar de cor<\/em> (2023, <em>Pr\u00e9mio Nacional de Literatura Infanto-juvenil<\/em> 2024). Publicou ainda as colet\u00e2neas de contos\u00a0<em>o mundo que iremos gaguejar de cor\u00a0<\/em>(2017), <em>O livro do homem l\u00edquido <\/em>(2021, finalista do <em>Pr\u00e9mio Oceanos<\/em> 2022), e os livros de poesia <em>mundo blue<\/em> <em>ou o<\/em> <em>poema em quarentena<\/em> (2020) e <em>Fatia fresca de lua nova<\/em> (2023, em co-autoria com o poeta Armando Artur).<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Craveiro \u00e9 natural de S\u00e3o Pedro de Rates, P\u00f3voa de Varzim. Estudou Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Ci\u00eancia Pol\u00edtica e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais na Universidade Nova de Lisboa. N\u00e3o tem ainda qualquer obra liter\u00e1ria publicada em seu nome.<\/p>\n<p>O Pr\u00e9mio Imprensa Nacional\/Vasco Gra\u00e7a Moura distingue, rotativamente, trabalhos in\u00e9ditos nas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o onde Vasco Gra\u00e7a Moura se destacou \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o, Ensaio e Poesia \u2013 e contempla a publica\u00e7\u00e3o da obra premiada pela Imprensa Nacional, chancela editorial da INCM, assim como uma componente pecuni\u00e1ria de 5000 \u20ac para o vencedor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A obra Tratado das coisas sens\u00edveis, da autoria do mo\u00e7ambicano Pedro Pereira Lopes, conquistou a 10.\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00e9mio Imprensa Nacional\/Vasco Gra\u00e7a Moura, galard\u00e3o atribu\u00eddo anualmente pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) e que nesta edi\u00e7\u00e3o foi dedicado \u00e0 poesia. 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